Actualização Bancos Centrais

EUA

Nesta passada quinta-feira, Janet Yellen, a actual Secretária do Tesouro e anterior Presidente do Banco Federal, veio discursar. Apesar de não ser a actual Presidente do Banco Federal, consideramos um discurso importante.

Yellen destacou a evolução robusta dos EUA, com especial destaque no sector de emprego, que viu uma melhoria acentuada num período bastante perturbado pela pandemia actual. No entanto, admite que nem tudo está perfeito. A inflação continua a ser um grande obstáculo para a evolução económica. Esta subida, mais do que muitos economistas esperavam, está a impedir uma recuperação total da economia. Aliada ao facto da pandemia não permitir uma regresso total ao trabalho e exacerbar os problemas já existentes na cadeia de distribuição.

Europa

A Presidente Lagarde continua a remar contra a maré dos Bancos Centrais e recusa-se a anunciar qualquer tipo de subida de taxa de juro diretora, ao contrario do Banco de Inglaterra e Banco Federal que já anunciaram várias subidas para 2022. Confirma que estão disposto a tomar medidas se for justificado.

Lagarde insiste que zona económica Europeia não se encontra na mesma posição económica de outros que já planeiam subir as suas taxa de juro. Reafirma que ainda existe uma necessidade de auxilio na zona Euro e se o BCE se precipitar nesta decisão pode prejudicar a lenta recuperação.

Japão

As minutas do Banco do Japão revelam que os seus membros começam a ter alguma atenção com a inflação, algo que nos últimos anos nunca foi razão de preocupação para o Japão. Mostraram uma postura mais receptiva a uma possibilidade de mudança de política monetária, algo que acontecerá no caso de uma inflação mais forte e persistente.

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