Antevisão semanal – 7 a 11 Nov 2022

Segunda-feira

A semana começa com um discurso da Presidente do BCE, Christine Lagarde. Não se espera muito para além do reforço da política já existente.

Do EUA iremos ver alguns dados de crédito ao consumo que podem ser bons indicadores do estado actual económico. Seguido de declarações de dois membros da FOMC, onde também é esperado declarações de pouco relevo.

Terça-feira

Provavelmente o dia mais calmo da semana, com um conjunto de dados económicos e declarações dos presidentes do banco central da Suíça e da Austrália.

O destaque vai para as eleições nos EUA, algo que poderá ditar o futuro de algumas políticas internas. Segundo várias sondagens os republicanos têm alguma vantagem.

Quarta-feira

Este dia começa com dados da inflação da China. Ironicamente a sua política de combate ao COVID-19 está a ajudar na drástica redução de consumo e por consequência da inflação. Espera-se que vão manter uma inflação baixa, ao contrário da maior parte das grandes economias mundiais.

Dados de vendas de inventário de produtos e de petróleo nos EUA também podem ter alguma significância na indicação do estado actual da economia americana.

Quinta-feira

O dia de maior destaque da semana. Os dados de maior relevo da semana é sem dúvida o CPI, inflação dos EUA, e os pedidos de subsídio de desemprego.

Segundo a previsão, em termos de pedidos de subsidio parece haver uma ligeira subida, mas pouco significativo. No entanto está previsto que a inflação anual reduza ligeiramente.

Este dado, aliado a fortes dados de emprego, irá dar um sinal à Reserva Federal para se manterem ou não nesta política monetária hawkish mais agressiva. Se facto estar em linha com a previsão é possível que a próxima subida da taxa de juro seja mais branda, de 0.50%.

Sexta-feira

No último dia desta semana o foco é na Europa com os dados do PIB do Reino Unido e a inflação da Alemanha. Ambos estes dados têm uma má previsão, com mais outra queda no PIB do Reino Unido e um não abrandamento da inflação alemã que irá dar alguma indicação ao BCE para manter a sua postura hawkish.

Outros dados de algum relevo são as sondagens de sentimento do consumidor e expectativas da inflação do EUA, algo que permite ter uma visão do lado dos consumidores da actual situação económica.

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