Começar a investir – Estratégia de gestão activa

Quando um investidor estabelece a alocação ideal de activos que mais se enquadra com o seu perfil, um dos passos seguintes deve ser a decisão entre uma estratégia de gestão activa ou passiva. É importante compreender as vantagens e desvantagens de cada estilo de investimento para decidir o percurso que deseja seguir.

Neste artigo vamos aprofundar a gestão activa, onde elaboramos as suas vantagens e desvantagens.

Gestão activa

Tal como o nome indica, uma gestão activa envolve um maior envolvimento e dedicação na gestão do seu portefólio, e tem como objectivo superar o retorno do mercado bolsista. Por norma são usados índices, como o S&P500, para obter uma espécie de meta ou padrão a ultrapassar.

Vantagens

  • Oportunidades – Como a gestão activa implica uma constante procura de melhores retornos para ultrapassar os índices, é possível encontrar oportunidades de retorno bem acima da média.
  • Flexível – Os gestores activos não tentam replicar um índice em particular, logo essa liberdade permite-lhes criar um portefólio à medida. Podem elaborar um portefólio focado em dividendos, com determinado horizonte temporal em mente, ou até investir em áreas de negócio que o investidor seja particularmente bem versado.
  • Bear & Bull – Graças à flexibilidade da gestão activa, um investidor não precisa de esperar por mercados bull para começar a ter ganhos. Pode também, através de alguns produtos financeiros, rentabilizar as próprias desvalorizações do mercado.

Desvantagens

  • Custos – Devido à necessidade de executar mais transacções de forma a aproveitar certas oportunidades, a gestão activa aumenta os custos operacionais. Estes custos acrescidos irão reduzir possíveis lucros, portanto é importante ter em conta os custos deste tipo de gestão.
  • Tempo/Conhecimento – O tempo e conhecimento necessário para manter uma gestão activa é razoavelmente maior do que na gestão passiva. Tendo em conta o maior risco neste tipo de gestão, é fundamental mais conhecimento e maior dedicação de tempo aos mercados.
  • Risco – Este tipo de gestão tem tendência a ser mais arriscada. A procura de novas oportunidades em “bruto” e uma estratégia pode levar a ganhos superiores, mas também a perdas excessivas.

Para quem?

Esta gestão requer um investidor mais experiente, que irá ter que executar um maior número decisões. Decisões essas baseadas em análises mais complexas e profundas, que por sua vez requer um investidor disposto a dedicar mais tempo à gestão do seu portefólio.

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