Resumo da semana 1-5 Agosto 2022

EUA

A tendência de recuperação dos mercados bolsistas continuam por mais esta semana. No entanto, os bons resultados em dados económicos, em particular de desemprego, podem ser vistos como algo negativo para a maioria dos investidores.

Os dados de emprego mostraram que foram adicionados cerca de 528 mil novos empregados à força de trabalho, quando o esperado era menos de metade, o que levou a uma diminuição na taxa de desemprego para 3.5%.

Dado esta força do emprego nos EUA abre as portas à Reserva Federal fazer mais aumentos na sua taxa de juros de referência. Esta melhoria deixa uma grande margem de manobra para tal.

Europa

Na Europa os mercados não viram grande avanço, mantendo-se numa postura bastante neutra. Um resultado decente considerando certos factores económicos. Como a redução do número de empregos na zona Euro e um abrandamento economico da Alemanha, com um aumento do pessimismo por parte de muitos produtores alemães.

A inflação continua a ser um problema para o Banco de Inglaterra, com estimativas acima dos 13% para Outubro. Volta a subir a sua taxa de juro de referência em 0.50%. Encontra-se actualmente nos 1.75%, a maior subida dos últimos quase 30 anos.

Ásia

Ao contrário da maior parte do resto do Mundo, o Japão encontra-se numa posição ainda bastante favorável. Com a inflação ainda em valores controláveis, a sua taxa de juro de referência sem alterações, e com ganhos em exportações graças a um yene mais fraco.

Os vários problemas como o abrandamento económico e boicote a hipotecas parece ficar num segundo lugar esta semana. As tensões geo-politicas parecem ser o maior foco, com a visita de Nancy Pelosi a Taiwan. Esta visita, vista como uma afronta à soberania da China, levou-os a executar vários simulacros com fogo real perto da ilha de Taiwan.

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