Resumo da semana 1-5 Março 2021

EUA

Os três maiores índices acabaram em negativo na semana passada devido à subida das taxas de juros das obrigações criadas por um sell-off em obrigações e o medo crescente de uma futura subida da inflação.

Esta semana foi aprovada um novo pacote de estímulo fiscal de 1.9 triliões de dólares, que pode adicionar ao medo inflacionário causado por esta enorme injecção de dinheiro nos mercados. No entanto, Janet Yellen, a Secretaria da Tesouraria e Jerome Powell Presidente da Fed, não se mostram preocupados com essas pressões inflacionárias.

Europa

O mercado bolsista Europeu conseguiu manter-se algo à tona graças à perspectiva do levantamento das medidas restritivas em alguns países Europeus e o que essa acção de desconfinamento pode fazer para ajudar a economia na sua recuperação.

Contudo, há problemas no recente acordo Brexit, onde a União Europeia acusa o Reino Unido de quebrar o protocolo da Irlanda do Norte, o que se não for resolvido, pode obrigar a União Europeia a tomar algum tipo de acção como a imposição de tarifas e multas.

Ásia

O Japão trouxe alguns dados económicos positivos como o crescimento do sector de produção em Fevereiro, algo que não acontecia há cerca de 2 anos. Mas, como seria de esperar, o sector de serviços ficou algo aquém, tendo em conta que o Japão continua efectivamente num estado de emergência.

Pelos lados da China, os mercados andaram algo turbulentos, em parte graças à subida das taxas de juros obrigacionistas do EUA, e pelos rumores de uma possível subida da taxa de juro do Banco Popular da China. Algo que o Governo Chinês quer evitar a todo custo, porque poderia levar a um fortalecimento da sua moeda e possivelmente causar uma diminuição nas suas futuras exportações.

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