Resumo da semana – 10-14 Out 2022

EUA

Os principais índices bolsistas do EUA acabaram em posições neutras ou ligeiramente negativas.

O inicio da semana foi razoavelmente bom para os mercados, graças algumas boas performance das chamadas acções “defensivas” como o sector da saúde e necessidades básicas do consumirdor, como alimentação.

Com os dados da inflação a decepcionarem muitos investidores, esses ganhos foram anulados na sua grande parte. Em particular, empresas de “crescimento” como a Tesla pesaram nessa descida. Os dados da inflação atingiram picos dos últimos 40 anos, isto irá sem dúvida aumentar a probabilidade de vermos outra subida de 0.75% por parte da Reserva Federal.

Europa

Na Europa foi possivel para alguns indices capturar alguns ganhos, excepto no caso do Reino Unido, onde viu uma perda. Muito devido a algumas políticas da nova Primeira Ministra Liz Truss que planeava alguns cortes de impostos e subsidios que iriam aumentar a dívida pública consideravelmente.

Os dados do PIB do Reino Unido revelam que a economia encolheu 0.3%, piorando a situação em que a nova Primeira Ministra se encontra.

Alguns membros do BCE começam com discursos mais cautelosos, principalmente os de economias mais fracas que começam a prever uma recessão técnica, dois trimestres consecutivos de crescimento negativo. Preferem ver uma estabilização das taxas de juro nos 2.5% no fim do ano, no entanto a Presidente do BCE, Christine Lagarde, ja mencionou que existe a possibilidade continuar a subir em 2023, isto é, se não se observar mudanças significativas da inflação.

Ásia

O sentimento do mercado japonês aparenta ser de aversão ao risco. Os investidores estão particularmente preocupados com a desvalorização do yen e as próximas decisões da Reserva Federal que irão sem dúvida influenciar o valor do yen.

O mercado chines esteve bastanto calmo esta semana. A grande expectativa é as medidas e expectativas que irão ser reveladas durante o congresso do Partido Comunista.

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