Resumo da semana 11-15 Abril 2022

EUA

Esta passada semana, encurtada pelo feriado, acabou de forma nula, com os principais índices a mostrar poucas alterações no final semana. Os relatórios de ganhos desiludiram alguns investidores, e espera-se que as empresas de crescimento fiquem um pouco aquém do previsto e as empresas de valor revelem bons resultados.

A inflação continua e irá, muito provavelmente nos próximos meses, continuar a pesar no sentimento dos investidores. Actualmente encontra-se nos 8.5%, o que aumenta os custo dos produtos e por consequência pode causar algum risco para o consumo. Por sua vez, uma séria diminuição no consumo poderá reflectir-se nas receitas de muitas grandes empresas, podendo, futuramente, causar algum desconforto nos mercados bolsistas.

Europa

O Banco Central Europeu decidiu manter-se fiel o seu plano previamente delineado. O fim do seu plano de estímulos, ainda sem uma data definida, mas é esperado o seu fim no terceiro trimestre de 2022.

As primeiras consequências mais sérias da inflação estão a fazer-se sentir no Reino Unido. A economia Inglesa começa a dar sinais de abrandamento, com uma actividade económica razoavelmente abaixo do previsto. Com isto, é esperado que em Maio o Reino Unido volte a combater a inflação com outra subida da sua taxa de juro diretora.

Ásia

O Governador do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda acredita que a economia Japonesa irá continuar a melhorar gradualmente com a ajuda dos estímulos monetários. O Japão tem conseguido também controlar a inflação, apesar da subida dos preços de produção, a inflação dos preços de consumo têm se mantido relativamente baixos.

O COVID-19 é actualmente a maior preocupação do Governo da China, com surtos em vários cidades a forçar o Governo a impor o confinamento a bastantes regiões. Devido a este confinamento, muita produção de produtos utilizados por grandes grupos como a Tesla, Volkswagen e Bosch, sendo até forçados a parar a produção por falta de material.

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