Resumo da semana 11-15 Janeiro 2021

EUA

Uma correcção nos mercados accionistas seria algo de esperar, com as consequências políticas de uma invasão ao capitólio Americano aumentar as tensões e deixar os investidores de pé atrás. Depois do Presidente Trump ter de alguma forma incitado à violência, as redes sociais Twitter e Facebook anunciaram que iriam banir as contas do Presidente.

Este sentimento de tensão política foi muito provavelmente o maior motivador para a descida desta semana, onde vimos um segundo impeachment a um presidente, algo sem precedentes.

Na passada quinta-feira, o futuro Presidente Biden anunciou um novo pacote de estímulos no valor de 1.9 triliões de dólares. Resta apenas saber se isso será possível aprovar no Senado.

O Presidente da Reserva Federal Powell anunciou que não verá uma subida da taxa de juro ate a inflação se aguentar acima dos 2%, algo que poderá levar bastante tempo a atingir.

Europa

No caso Europeu, o que cair as bolsas, para além da tensão política americana, foi a nova subida de casos de COVID-19 pela Europa inteira. Os governos Europeus continuam a expandir as suas medidas de confinamento, tendo em conta que vários países estão a ver os seus hospitais a chegar a um ponto de ruptura.

Politicamente, tanto a Itália como a Holanda enfrentam problemas. Na Itália, a coligação perdeu a sua maioria, e se num futuro próximo não conseguirem criar uma coligação maioritária irão ter que realizar outras eleições. Na Holanda, depois de um escândalo que envolvia benefícios sociais, o Governo no poder renuncia. Irão haver novas eleições em Março.

Ásia

A economia Japonesa, apesar do número crescente de casos COVID-19 e alargamento das medidas de confinamento, começa a mostrar sinais de melhoria. Com a maior parte das regiões conseguir atingir os alvos económicos anteriormente previstos, e graças a uma maior relaxamento das regras de empréstimos e suporte fiscal, o Japão está com o menor numero de falências dos últimos 31 anos.

A China vê a sua economia melhorar, com um aumento de exportações e outros dados económicos, no entanto, empresas como a Xiaomi viram as suas acções cair depois de ter adicionada á lista negra pelo Governo Americano.

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