Resumo da semana 12-16 Julho 2021

EUA

Os três maiores índices bolsistas americanos caíram dos seus máximos. O CPI, um indicador da inflação, superou as suas previsões em quase o dobro do valor, uma subida bastante acentuada, e impulsionada pela subida de preço de carros usados, mas desta vez também uma boa parte pela subida de preço de bens como a comida e combustíveis.

O testemunho de Jerome Powell no Congresso pouco fez para atenuar esta correcção no mercado bolsista e os medos inflacionários. Mesmo admitindo uma subida bem acima do esperado persiste na perspectiva que esta subida é apenas transitória e ainda é necessário uma melhoria significativa no mercado de emprego e na evolução da taxa de inflação.

Europa

A situação Europeia não se encontra muito melhor. Apesar de a pressão de uma subida da inflação estar presente, aparenta estar num plano secundário, onde o maior foco é a constante subida de casos de COVID-19. Algo que está em aparente descontrolo devido à variante Delta, presente na Europa e actualmente a variante predominante.

Com este grande número de casos o Reino Unido decidiu seguir em frente com o seu plano de desconfinamento e levantar as restantes restrições que ainda estavam presentes. Por outro lado, tanto a França como a Holanda decidiram implementar novas medidas de confinamento.

Ásia

O Banco do Japão decidiu esta semana manter a sua política monetária intacta, algo esperado pelos mercados. O discurso de apoio económico durante o tempo que seja necessário, até ser atingida a estabilidade de preço com alvo de 2% da inflação. Será mais difícil de atingir agora que Tóquio se encontra sob estado de emergência e irá prolongar-se por toda duração dos Jogos Olímpicos.

O mercado bolsista Chinês não obteve grandes ganhos, apenas meio ponto percentual. Mas com o corte de requisito de reservas dos bancos e bons dados económicos é possível que se crie condições para um maior investimento.

Visite o Disclaimer para mais informações.