Resumo da semana 12-16 Setembro 2022

EUA

A bolsa sofreu uma das maiores quedas dos últimos meses nesta passada semana. Um dos catalisadores desta queda foi os dados da inflação. Apresentaram-se acima do esperado, algo comum nos últimos meses.

Estes dados vieram cortar as expectativas dos investidores que acreditavam, talvez prematuramente, que a inflação teria atingido o seu pico. Isto irá sem duvida manter a Reserva Federal no seu caminho delineado em Março, sem grandes perspectivas de mudanças.

Um dado que pode ser um indicativo iniciar de uma recessão é o anuncio, por parte de algumas grandes exmpresas como a Ford e a Microsoft, que irão fazer despedimentos em massa. Isto poderá levar a um aumento do desemprego, certamente porque outras empresas irão seguir o mesmo caminho.

Europa

Apesar do Banco Central Europeu não admitir, existe também na Europa a forte possibilidade de recessão. Com esta possibilidade em mente, muitos investidores exerceram pressão vendedora no mercado, com o medo crescemente de uma abrandamento económico.

A Europa, em particular na Alemanha, começa a dar sinais de algum abrandamento económico, com uma redução da confiança na economia Alemã.

No Reino Unido continua a ter que lidar com a inflação, que se encontra nos 9.9% segundo dados de agosto. Uma redução dos 10.1% registados em Julho. Apesar de manter uma baixa taxa de desemprego, o número de pessoas empregadas diminui, em conjunto com as vendas de retalho, algo que pode ser indicativo de uma recessão.

Ásia

O Japão continua a ver a sua moeda, o yene a desvalorizar, algo bom para exportações, mas mau para as importações, especialmente de energia que se encontra em altamente valorizada, um dos bens essenciais para uma economia.

Com bons dados económicos de retalho na China, inesperadamente, os principais indices chineses viram uma quebra de valor. Muito devido ao sector imobiliario chinês, algo especialmente fragil depois de algumas gigantes imobiliárias revelarem certas fraquezas um ano atras.

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