Resumo da semana 13-17 Dezembro 2021

EUA

A reunião da Reserva Federal nesta passada semana dominou o sentimento do mercado. O Presidente Jerome Powell anunciou a aceleração do fim do seu programa de estímulos monetários e também, numa decisão mais hawkish, três aumentos na taxa de juro central em 2022.

Esta decisão mais o medo do impacto que a variante Omicron irá ter na economia Americana aumentou a volatilidade dos mercados. Isto levou a uma queda dos principais índices bastante relevante no final da semana. No entanto, Jerome Powell assume-se como um optimista, citando dados económicos como o sólido consumo e um forte mercado imobiliário como as suas razões. Acredita também que a Omicron não terá um impacto de relevo na economia.

Europa

O mercado bolsista também caiu na Europa. A Europa está a entrar outra vaga da COVID-19, desta vez a variante Omicron que apesar de não ser mais incapacitante é mais contagiante. Devido a isto, muitos países continuam a aumentar as suas medidas de confinamento e exigências como a de vacinação.

O Banco Central Europeu decidiu manter a sua politica monetária quase inalterada. O único anuncio desta semana foi o do final do seu programa de estímulos monetários em Março de 2022. Christine Lagarde continua a acreditar que uma subida de taxa de juro central seria bastante precipitada e que a economia necessita deste auxilio, pelo menos por agora.

O Banco de Inglaterra, para a surpresa de muitos decidiu aumentar a sua taxa de juro. A sua grande razão para esta subida é o aumento da inflação, a mais alta dos únicos dez anos no Reino Unido.

Ásia

No Japão o suporte à economia continua a ser a principal razão que move as suas decisões. Actualmente não mostram grande preocupação com a inflação. Esta politica é no entanto flexível e sujeita a mudanças em caso de mudanças económicas.

A tensão entra os EUA e a China continua, especialmente depois dos EUA terem anunciado medidas de restrição de investimento e exportação em várias empresas Chinesas. O Banco Popular da China está a tentar controlar a sua moeda, que está de momento a aumentar o seu valor face a moedas como o dólar americano.

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