Resumo da semana 14-18 Fevereiro 2022

EUA

As tensões entre a Rússia e a Ucrânia continuam a pesar no sentimento dos investidores. As constantes contradições e sinais mistos da Rússia continuam a deixar em aberto de como este conflito se irá resolver.

A reunião da FOMC veio deixar alguma clareza aos investidores. Muitos começaram a acreditar que para combater a inflação o Banco Federal iria subir a sua taxa de juro de referência mais agressivamente, mas segundo as minutas isso provavelmente não irá acontecer.

O mercado accionista, devido ás pressões causadas pela tensão entre a Rússia/Ucrânia e a subida da taxa da inflação, voltou a ceder e acabou a semana em território negativo. Perdas em gigantes tecnológicos como o Facebook também tiveram alguma relevância nesta queda graças ao seu grande valor de mercado.

Europa

A Europa sofre dos mesmos problemas que os EUA. Ainda mais no caso da Rússia/Ucrânia com este conflito a acontecer mesmo ás portas da Europa com vários lideres Europeus a tentar intermediar o conflito.

O Banco Central Europeu, pelo menos para já, mostra-se menos preocupado com a inflação. Ainda a tentar acalmar os investidores, Christine Lagarde tenta convencer que a inflação ainda se encontra controlada.

É de notar que alguns membros do BCE começaram a mudar essa opinião, e ponderam uma subida da taxa de juro de referência. Irão estar atentos à evolução económica e modificar a sua política monetária conforme necessário.

Ásia

Apesar do mercado bolsista Japonês ter visto uma queda nesta semana, bons dados económicos mostraram uma recuperação significativa na sua economia. O aumento consumo privado auxiliou bastante nesta recuperação graças à queda de casos de COVID-19. Graças a essa queda o Primeiro Ministro Kishida anunciou o inicio da redução de medidas para combater o COVID-19, redução essa a iniciar no dia 1 de Março.

A China aparenta estar em contra-ciclo, com os dados mais recentes a mostrarem uma diminuição na sua inflação. Em conjunto com um anuncio de medidas de suporte à economia por parte do governo da Chinês serviu para aumentar o apetite ao risco dos investidores.

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