Resumo da Semana 14-18 Junho

EUA

Os principais índices bolsistas Americanos sofreram um declínio acentuado graças aos comentários da FOMC. Este comité surpreendeu esta semana ao anunciar uma subida da taxa de juro central e uma redução dos estímulos monetários mais cedo do que esperado. Este anúncio foi impulsionado pela subida da inflação, que em retrospectiva, pode afinal ser menos passageira do que anteriormente dito pela FOMC.

As indústrias financeiras, de energia, e cíclicas que beneficiam de períodos económicos expansionistas, aparentam ter sido as que mais sofreram com este anúncio. Por outro lado, foi destacado também a melhoria económica, assistida pelo percurso positivo do programa de vacinação.

Europa

O semelhante se passou na Europa, mas comentários do BCE, que reforçam a ideia de preservar o programa actual, vieram moderar esta pequena correcção bolsista. O Reino Unido já não pode dizer o mesmo, onde a subida da inflação foi maior do que esperada e estão dispostos a reduzir o seu programa monetário logo que necessário para tentar controlar uma subida desenfreada da inflação.

No combate à pandemia, alguns países parecem estar a melhorar. No Reino Unido, por exemplo, para combater a variante Delta decidiram aumentar o ritmo de vacinação e em países como a França e Dinamarca decidiram acabar com o recolher obrigatório, espera-se que Alemanha siga o mesmo caminho.

Ásia

O Japão reduziu algumas medidas de confinamento, com o levantamento do estado de emergência de algumas prefeituras, as mais populosas, como Tóquio e Osaka mantêm-se num estado de emergência. Graças a uma aceleração no plano da vacinação e redução no numero de infecções os jogos Olímpicos, continuam planeados para decorrer daqui a pouco mais de um mês. Infelizmente para o Primeiro Ministro Suga, o seu governo está a enfrentar fortes críticas pela suposta fraca gestão da pandemia.

A economia Chinesa parece finalmente estar a abrandar com o mercado bolsista a apresentar perdas pela terceira semana consecutiva. Segundo economistas chineses, a China atingiu o seu pico de impulso de crescimento rápido e provavelmente irá voltar a valores mais habituais pré-pandémicos.

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