Resumo da semana 14-18 Março 2022

EUA

Depois de várias semanas com prestações negativas ou pouco favoráveis, teve esta passada semana uma clara recuperação, anulando uma boa parte das perdas das semanas anteriores.

O foco central desta semana foi a Reserva Federal. Uma reunião altamente esperada pela forte probabilidade de mudanças na política monetária do Banco Central Americano. Como esperado, foi aumentada a taxa de juro de referência para 0.25%, um aumento da inflação causada pelo conflito entre a Rússia e a Ucrânia.

Apesar disto, Jerome Powell, Presidente do Banco Federal acredita que a economia se mantém robusta e capaz de suportar as várias subidas da taxa de juro de referência planeadas até ao fim do ano.

Os dados económicos mostram que o mercado de trabalho continua forte, contudo alguns dados de vendas não se apresentaram tão animadoras.

Europa

As conversações entra a Rússia e a Ucrânia trouxeram algum ânimo aos investidores, o que gerou uma recuperação geral nas bolsas Europeias.

A Presidente Lagarde, em declarações, mencionou também que esta actual crise irá causar um aumento na taxa de inflação, o que deverá inclinar o Banco Central Europeu a aumentar as taxas de juro de referência.

O Banco de Inglaterra com uma postura mais hawkish, decidiu aumentar a sua taxa de juro em 0.25% atingindo os 0.75% depois de 3 subidas consecutivas. Esta subida é uma tentativa de combater as previsões de inflação, que estão actualmente nos 8% até Junho.

Ásia

O Banco do Japão continua a manter uma das posturas mais dovish entre os principais Bancos Centrais. Consideram que a economia ainda necessita de algum suporte depois de dados económicos menos bons causados pelo baixo consumo criados pela pandemia e as medidas de confinamento. No entanto, é esperado que as coisas melhorem nesse sentido, com a diminuição de restrições previstas para 21 de Março.

Depois de umas semanas menos boas, oficiais Chineses decidiram anunciar que irão introduzir políticas mais “amigas” de investidores. Admitem que a “luta” regulatória é algo prejudicial para os mercados accionistas, principalmente com problemas já existentes como o risco de criado pelo sector imobiliário altamente endividado.

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