Resumo da semana 15-19 Agosto 2022

EUA

Depois de semanas de subida, esta passada semana sofreu uma pequena correção. É possivelmente uma correção típica do mercado, mas impulsionada por certos factores macroeconómicos.

Um deles são as minutas da Reserva Federal de Julho e as declarações de alguns dos seus membros. As minutas revelaram que mantêm uma postura hawkish, com o futuro a prever mais subidas da sua taxa de juro de referência, ate ao fim do ano. O que fica em dúvida é o ritmo destas subidas.

Em declarações, na passada quinta-feira, Bullard, um dos membros da FOMC, disse não acreditar que a inflação atingiu o seu pico, que existe a possibilidade de ainda continuar a subir, algo que aumentou a aversão ao risco de muitos investidores.

Europa

Muitos investidores acreditam que o Banco Central irá tomar uma postura mais agressiva no que conta ao seu combate à inflação. Isto depois de alguns comentarios de que a inflação Europeia ainda não chegou ao seu pico, a probabilidade de um maior aumento da taxa de juro de referência Europeia é cada vez maior. Algo que será mais claro depois das minutas do BCE de Julho serem publicadas.

Com a inflação actualmente nos 8.9%, segundo dados de Julho, espera-se que não tenha atingido o seu pico. Isto levou a um declinio por parte da maior parte dos principais indices europeus.

Ásia

Repetidamente, o mercado bolsista Japonês aparenta estar em contra-ciclo, a mostrar ganhos esta semana. Talvez graças ao facto da sua economia se encontrar sólida, apesar de alguns dados menos bons, ainda mantem a inflação em baixos valores.

A performance não foi tão animadora na China. Com dados económicos desanimadores, os mercados apresentaram perdas para esta semana. O dados foram positivos, mas neste caso a desilusão veio do facto de alguns dados económicos ficarem longe das expectativas. Outro problema é a quantidade de novos casos de COVID-19, que alguns temem que possa levar a novas restrições de mobilidade na China.

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