Resumo da semana 15-19 Março 2021

EUA

A semana no mercado bolsista iniciou-se em força com a subida dos seus principais índices, mas acabou com uma descida algo acentuada. Pode-se dizer que as principais razões foram duas, a primeira sendo o medo da inflação ainda está presente, mesmo depois do Presidente do Banco Federal ter reforçado que não estão preocupados com tal subida. E a segunda razão, um aumento de impostos para os Americanos mais ricos de forma a taxar super milionários, apesar de esta ideia ainda estar a ser formada.

Europa

Os valores bolsistas tiveram pouca variação no seu preço, acabando a semana neutra. O BCE continua com uma estratégia de apoio à economia, infelizmente a pandemia não parece estar a abrandar. Actualmente vários países Europeus parecem estar a iniciar uma terceira vaga e estão a aplicar novas medidas de confinamento para tentar combater um aumento de número de infecções. Outra dificuldade nesse combate é o número de vacinas, que continua escasso, e a Europa pondera implementar medidas de emergências para impedir exportações da vacina para o Reino Unido.

No Reino Unido os membros do Banco de Inglaterra votaram unanimemente para manter a taxa de juro do banco central a 0.1% e continuar o seu programa de compra de obrigações na esperança que apoie a melhoria económica no futuro próximo.

Ásia

O Banco Central Japonês anunciou ligeiras mudanças à sua estratégia de recuperação económica, onde em vez de fazer constantes compras para injectar dinheiro na economia, irão fazê-lo conforme observarem essa necessidade. Felizmente, depois de haver uma descida no número de casos de COVID-19 e de internados, o Governo decidiu acabar com o estado de emergência em Tóquio e noutras prefeituras circundantes.

Da China não há muito a reportar, com uma pequena queda a registar-se no seu mercado bolsista, com uma melhoria do consumo em Janeiro e Fevereiro, muito provavelmente devido ao confinamento no fim do ano passado que limitou o consumo generalizado.

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