Resumo da semana 15-19 Novembro 2021

EUA

Esta semana os principais índices bolsistas apresentaram resultados mistos. Esta indefinição deve-se a uma semana relativamente calma em termos de noticias económicas relevantes, resultando numa semana de consolidação. A notícia mais relevante envolviam o Banco Federal, onde James Bullard apelou a um combate mais vigoroso à inflação. É também é esperada a decisão do Presidente Biden na escolha do novo Presidente do Banco Federal, em que a escolha é entre o Governador Lael Brainard, que tem politicas mais dovish e o actual Jerome Powell.

No entanto certos problemas continuam bastante presentes, como a subida da taxa da inflação, os contínuos problemas da cadeia logística e mais recentemente a subida dos números de casos de COVID-19 em certas regiões.

Europa

A pandemia está de volta com outro surgimento bastante forte pela Europa. Alguns países como a Holanda, Bélgica e Irlanda foram forçadas a implementar novamente medidas de restrição, seja de confinamento obrigatório, tele-trabalho e uso de máscara num maior numero de espaços.

No Reino Unido a maior preocupação aparenta ser a subida acentuada da taxa de inflação, algo que está a preocupar o Governador do Banco de Inglaterra, Andrew Bailey. Esta subida da taxa de inflação aliada à melhoria na empregabilidade nacional leva à especulação de que o Banco de Inglaterra possa subir a sua taxa de juro central mais cedo do que esperado.

Ásia

Surpreendentemente, depois do Governo Japonês ter anunciado o seu pacote de estimulo económico os mercados financeiros não apresentaram grande reacção a tal anuncio. Apesar do pacote ser mais do que esperado não suscitou grande apetite ao risco, invés, os investidores preferiram focar-se na contracção económica causada pela diminuição de consumo e exportações.

O problema imobiliário continua a assombrar a China, a contínua pressão no sector imobiliário levou a uma diminuição de cerca de 20% na venda de casas, o que por sua vez levou a uma diminuição no preço destes activos. Os investidores continuam à espera de desenvolvimentos da Evergrande tendo em conta que a probabilidade de insolvência continua bastante presente.

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