Resumo da semana 17-21 Janeiro 2022

EUA

A inflação voltou a dominar o sentimento do mercado. Esta semana os principais índices voltaram a ver correções bastante significativas. Rumores da possibilidade do Banco Federal aumentar a sua taxa de juro mais do que previsto aparente ser uma das principais causas desta volatilidade. O receio do que este aumento pode significar para a evolução económica de empresas de crescimento criou um desvio de capital dessas empresas, causando desvalorizações significativas em algumas delas.

Os dados económicos tiveram um menor impacto. O de maior relevo foi o de dados de desemprego, a mostrarem um maior número de pedidos de subsidio de desemprego. Na sua grande parte este aumento devido à propagação da nova variante Omicron.

Europa

Na Europa a situação está mista. Também sentem a pressão de subir a taxa de juro diretora, mas a Presidente Lagarde recusa-se com a razão da necessidade de apoio à economia. Contudo, alguns membros do Banco Central Europeu apesar de acreditarem na necessidade de apoio também acreditam que a rápida subida de inflação é um sério problema que precisa de ser combatido.

O Reino Unido está com uma postura mais agressiva e o Presidente do Banco de Inglaterra mostra preocupação com as pressões inflacionarias causadas pela subida de salários e dos custos energéticos.

Em termos de combate à pandemia, alguns países começam a aliviar algumas das suas restrições, é esperado que no próximo mês o pico tenha sido atingido em muitos países Europeus.

Ásia

Houve um aumento do número de prefeituras que se encontram com restrições mais agressivas. É de notar que o Banco do Japão já começa a prestar uma maior atenção à inflação. Mudando a sua postura, mostrando-se dispostos a reagir a qualquer necessidade de direção económica.

O governo Chinês finalmente afirmou que irá ajudar o seu sector imobiliário, um sector bastante fraco de momento. Anunciou a redução de taxas de juro diretoras, que irão facilitar o pedido de empréstimos a empresas domésticas em dificuldades. Infelizmente, o aperto legislatório continua, desta vez o maior alvo foi a ByteDance, donos do TikTok.

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