Resumo da semana – 17 a 21 Out 2022

EUA

Alguns dos índices da bolsa americana acabaram a semana de forma bastante positiva. Ao que tudo indica, graças a um conjunto de factores.

Um deles foi a boa performance de algumas empresas americanas como a Goldman Sachs, Tesla e Lockheed Martin. A outra foi o discurso de alguns membros da Reserva Federal, que indicaram que estariam menos dispostos a continuar esta subida agressiva da taxa de juro de referência, o que animou os mercados e trouxe algum apetite ao risco de volta.

Europa

Depois da apresentação de um pacote de medidas que muitos investidores não viram com bons olhos a demissão da antiga Primeira Ministra Liz Truss foi bem recebido pelos mercados. Estes curtos 45 dias foram sem dúvida tumultuosos, esperando-se agora que Rishi Sunak seja o próximo Primeiro Ministro e consiga apresentar medidas para combater a recessão e a inflação que ao Reino Unido enfrenta.

Algumas das obrigações europeias viram os seus juros subir, muito em expectativa da subida que virá por parte do Banco Central Europeu. Esperada que seja outro grande aumento de 0.75%.

Ásia

Os medos da recessão aparentam começar preocupar alguns investidores, com os principais indices japoneses a acabar a semana de forma menos positiva. A pressão no yen levou ao Ministro das Finanças Suzuki a indicar que estão a pronto para tomar medidas mais decisivas para controlar a desvalorização do yen. Na sexta à noite constatou-se uma valorização do dolar face ao yen, apesar de não o admitir, muitos suspeitam que tenha sido intervenção do governo do Japão.

O mercado bolsista chinês viu uma desvalorização, em parte ao atraso de alguns dados económicos sem nenhuma explicação, o que levou ao receio de alguns investidores. O facto de Xi Jinping ter consolidado uma espécie de poder absoluto também leva a alguma preocupação que teremos que ver se irá persistir ou não.

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