Resumo da semana 18-22 Julho 2022

EUA

A semana passada foi preenchidos com dados económicos relativamente maus, no entanto isto não impediu os principais índices de terem uma semana bastante positiva.

Muitos investidores parecem apreciar o abrandamento da economia, que poderá levar a uma redução da inflação. Por consequência talvez seja possível que a expectativa dos investidores sobre a Reserva Federal tenha mudado. Se de facto os próximos dados da inflação se apresentarem mais moderados é possível que a Reserva Federal pondere um menor aumento da sua taxa de juro de referência, algo benéfico para prosperidade económica.

Europa

Um movimento similar aconteceu na Europa, particularmente incomum tendo em conta a proximidade com ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia e o facto do Banco Central Europeu ter subido a sua taxa de juro de referência, em 0.50%, pela primeira vez em mais de dez anos.

Também anunciaram um novo instrumento para prevenir subidas do preço de custos dos países que se encontram em piores condições económicas como Portugal, Itália e Espanha.

A Itália enfrenta outra crise política depois de Mario Draghi apresentar a sua demissão. Está previsto que as próximas eleições se realizem em 25 de Setembro.

Ásia

O Banco do Japão mantém a sua postura acomodativa, mantém a sua taxa de juro de referência extremamente baixa e o seu programa de compra de activos com o objectivo de chegar à taxa de inflação de 2% de forma estável. Continuam a debater-se com as consequências do COVID-19, no entanto o governo acredita não ser necessário voltar a impor restrições de movimento entre regiões.

Um boicote por parte de muitos compradores de casas, que se recusam a fazer pagamentos dos seus empréstimos de projectos ainda por acabar, está a preocupar alguns investidores. É estimado que este boicote tenha atingido projectos num total de cerca de 300 mil milhões.

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