Resumo da semana 2-6 Agosto 2021

EUA

O medo do abrandamento económico do inicio da semana foi esquecido graças a bons relatórios de algumas grandes empresas. De tal forma que permitiu atingir novos máximos históricos nos três maiores índices Americanos, S&P500, NASDAQ e Dow Jones.

Houve também excelentes dados de desemprego, onde a melhoria foi bem acima das expectativas. Estes bons dados económicos auxiliaram bastante a visão dos investidores em relação ao futuro económico. Deram a entender que de facto a economia não está a abrandar e poderá até adiantar os planos do Banco Federal nos cortes dos seus programas monetários.

Europa

O optimismo da melhoria económica e bons relatórios ajudaram o mercado bolsista Europeu. Isto incentivou o Banco de Inglaterra a mencionar que estariam dispostos a fazer alguns cortes no seu programa de estímulos monetários. De notar que estes cortes seriam graduais e pequenos devido a uma crença da necessidade de haver ainda um continuo apoio económico.

Sem surpresas para ninguém, muitos países Europeus ainda continuam a debater-se com a pandemia COVID-19. A Alemanha continua com sérios problemas devido à variante Delta, viu-se obrigada a exigir o uso da máscara em transportes públicos e lojas até a próxima Primavera. O Reino Unido, retraiu uma das suas politicas anteriores, a da não vacinação dos adolescentes, algo que irão de facto começar a fazer. Vêem-se agora com grandes números de infecções diárias.

Ásia

Apesar de uma subida do seu mercado bolsista, a economia Japonesa não se encontra nas melhores das formas. Um constante aumento de casos diários de COVID-19 obrigaram ao expansão do estado de emergência para mais 8 prefeituras, algo que irá sem duvida constringir ainda mais o consumo privado. Ainda mais porque até agora o Japão foi o único país da G7 a ver as suas perspectivas de crescimento reduzidas pelo FMI.

A China não parece abrandar nas criticas e regulações a certos sectores da sua economia, neste caso o sector de jogos online parece ter sido o alvo de criticas, algo que afugentou investidores para outros sectores industriais mais “apoiados” pelo Governo Chinês.

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