Resumo da semana 2-6 Maio 2022

EUA

Com a pressão na economia as empresas cotadas na bolsa, em particular as chamadas empresas de crescimento, voltaram a sofrer pela quinta semana consecutiva. Os principais índices bolsistas continuam a recuar dos seus pontos mais altos devido ao peso de algumas grandes empresas de crescimento.

Houve também a reunião da Reserva Federal. Como era amplamente esperado pelos investidores, a Reserva Federal anunciou uma subida de 0.50% da sua taxa de juro de referência. Retirou da mesa a possibilidade de haver um aumento de 0.75%, pelo menos no contexto actual.

Irão também iniciar a redução do seu balanço em Junho, que irá inicialmente ser no valor de 47.4 mil milhões por mês, podendo chegar acima dos 90 mil milhões mensais ao longo dos meses. Reafirmaram também que se irão manter bastante atentos aos riscos inflacionistas e ajustar a sua politica monetária conforme necessário.

Europa

Continua a queda dos mercados bolsistas na Europa. A situação economica causada pela inflação e o conflito geopolítico na Ucrânia pesa fortemente no sentimento dos investidores.

A pressão para o Banco Central Europeu iniciar uma subida da sua taxa de juro diretora continua a aumentar. Cada vez mais membros do BCE se mostram inclinados para tal, especialmente depois da diminuição de produção na industria Alemã. O contínuo aumento de preços causados pelo conflito e as fortes restrições na China são as principais causas.

O Banco de Inglaterra decidiu anunciar outro aumento de 0.25% na sua taxa de juro de referência, encontrando-se actualmente nos 1%.

Ásia

A inflação no Japão aparenta estar a aproximar-se do alvo imposto pelo Banco do Japão, de cerca de 2%, encontrando-se actualmente nos 1.9%. Irão começar a reduzir as suas medidas de controlo fronteiriço em Junho e também uma redução da dependência em energia Russa.

O custo económico aumenta na China devido à sua política de zero tolerância no combate ao COVID-19. Devido às fortes restrições impostas, a indústria viu algum declinio, em particular a indústria de serviço. As tensões entre a China e o EUA sobre a regulação e regras a aplicar no seu mercado bolsista persistem.

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