Resumo da semana 20-24 Dezembro 2021

EUA

Esta semana os principais conseguiram recuperar todos os seus ganhos da semana anterior, num caso até atingir novos máximos históricos. O medo da nova variante Omicron, que causou uma abrupta descida foram acalmados com a revelação de nova informação.

Novos testes de farmacêuticas revelam que a variante Omicron tipicamente resulta em sintomas ligeiros. A Moderna também apresentou dados que mostram que a sua vacina de reforço é de facto bastante eficaz a combater a nova variante. Aliado ao facto do Presidente Joe Biden numa conferência ter anunciado que não há planos num futuro próximo para novos confinamentos, isto sem duvida ajudou a assegurar a confiança dos investidores.

Economicamente houve melhorias, com alguns dados de consumo a mostrarem alguma evolução económica e também uma possível diminuição da inflação. Politicamente, ainda se encontram num impasse para tentar passar o novo plano de estímulos, sendo um dos Senadores Democratas o último voto necessário para chegar a acordo, algo que está cada vez mais próximo.

Europa

Os países Europeus mostram uma tendência a aplicar mais medidas para combater esta nova vaga de COVID-19. Com o enorme aumento de casos diários muitos países viram-se obrigados a aumentar também as suas medidas de confinamento. Por exemplo a Alemanha e a França aplicaram medidas de restrição para viajantes e os Países Baixos entraram em confinamento.

Numa nota mais positiva a Presidente do BCE, Lagarde, voltou a reforçar a crença do BCE de que a inflação actual é apenas passageira e irá diminuir ao longo de 2022. No entanto, mostraram-se atentos a qualquer deterioração da situação económica e disponíveis para aplicar mudanças na sua politica monetária.

Ásia

O mercado bolsista Japonês, apesar de mostrar uma semana bastante nula, reagiu relativamente bem ao anuncio do seu Banco Central em aplicar novas medidas de suporte económico. O maior problema para a economia Japonesa é o abrandamento económico Mundial, tendo em conta que o país é um grande exportador.

A China aparenta estar a tentar prevenir um colapso no seu sector imobiliário, especialmente grupos que se encontrem em posições delicadas no que conta a obtenção de empréstimos. Está a fazê-lo através de uma redução no seu LPR, uma espécie de Euribor, e na diminuição das exigências de reservas para os seus bancos. Isto irá indirectamente incentivar os bancos mostrarem uma maior disponibilidade para oferecer empréstimos.

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