Resumo da semana 21-25 Fevereiro 2022

EUA

Infelizmente, a grande noticia desta passada semana foi a recente invasão à Ucrânia por parte da Rússia. Para alguma surpresa de muitos, os mercados apesar de terem caído no inicio da semana, no último dia já recuperaram as perdas e até fecharam a semana numa nota positiva.

Apesar de ser largamente antecipado algum tipo de conflito, não era esperado, pelo menos por muitos, uma invasão total à Ucrânia. Esta acção veio trazer uma enorme volatilidade aos mercados.

Em termos de dados económicos, apesar de terem tomado um papel secundário, mostram que houve um pequeno aumento na taxa de inflação.

Europa

No caso Europeu, no que conta aos seus mercados bolsistas, não houve essa sorte. Com a maior parte dos índices a mostrarem perdas durante a semana.

De forma a castigar as acções da Rússia, tanto o Reino Unido como a Europa começaram a sancionar a Rússia. Inicialmente a aplicar sanções económicos em várias empresas e indivíduos Russos. Depois impossibilitando empresas Russas de se financiarem na Europa e a paragem de alguns projectos de enorme significância para a Rússia como a pipeline das Gazprom, Norde Stream 2.

O último e mais recente foi retirar a Rússia do sistema de pagamento SWIFT e sanções sobre o próprio Banco Central Russo. Algo que fez os mercados russos entrarem numa espiral descendente, já a apresentar enorme perdas e o Rublo com desvalorizações de 30%.

Ásia

O Japão também se juntou ás sanções à Rússia. Congelou activos de indivíduos com ligações a Donetsk e Luhansk, regiões que a Rússia declarou independente da Ucrânia de forma unilateral. Decidiu também negar a exportações de bens tecnológicos como semi-condutores para a Rússia, e impediu também que bancos Russos se pudessem financiar no Japão.

Os mercados Chineses apresentaram também quedas. Em parte devido à decisão do Banco Central da China, que manteve a sua taxa de juro de referência quando seria esperado uma descida. Esta falta de apoio à economia não agradou aos investidores. Especialmente com o continuo problema do sector imobiliário, com fortes diminuições de procura de novas casa.

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