Resumo da semana 23-27 Maio 2022

EUA

Apesar de uma semana onde se mantém a aversão ao risco, após várias semanas em terreno negativo os principais índices finalmente tiveram uma semana positiva.

Uma das razões para uma visão mais positiva por parte dos investidores talvez seja o facto de dados económicos desta passada semana terem sido mais animadores. Dados que mostram um abrandamento da procura, algo que a o Banco Federal estava à procura com esta política monetária.

É esperado por alguns que se os próximos dados económicos forem favoráveis para tal, a próxima subida da taxa de juro de referência será de 0.25% e não de 0.50%. O que mostra que as medidas tomadas pelo Banco Federal estão a resultar.

Europa

Depois de vários meses com uma postura dovish, algo contrária ao resto dos principais Bancos Centrais, a Presidente Lagarde aparenta revelar uma postura mais hawkish, como o resto dos seus colegas do Banco Central Europeu.

O plano do BCE mantém-se com o fim do seu programa de compra de activos em Julho e iniciar uma subida da sua taxa de juro de referência. Espera fazer isto e chegar a uma taxa de juro positiva no fim do terceiro trimestre.

O Reino Unido continua com uma postura bastante agressiva, com consecutivas subidas da sua taxa de juro de referência e com planos para o continuar a fazer. Especialmente depois de fracos dados económicos a indicarem ao Banco de Inglaterra que terão que manter esta postura.

Ásia

Com um ambiente económico mais favorável, baixa inflação e bons resultados económicos, alguns investidores viram maus presságios noutros países como a China e o EUA. Isto fez cair os seus índices bolsistas, com apenas alguma recuperação no último dia da passada semana.

A política de tolerância zero do Governo da China está a causar preocupações e abrandamentos económicos. O prolongado confinamento está a causar fortes problemas na economia Chinesa, com várias fábricas a fechar portas temporariamente. De relembrar que muitas empresas do sector imobiliário continuam com problemas em cumprir as suas dívidas, algumas considerando meios alternativos para o fazer.

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