Resumo da semana 24-28 Janeiro 2022

EUA

O foco desta semana foi sem duvida a reunião da FOMC. Muitos investidores acreditam que a Reserva Federal deveria ter agido mais cedo e estão a contabilizar de certa forma uma subida mais agressiva da sua taxa de juro diretora. Para acalmar esses ânimos o Presidente Powell confirmou que existe essa possibilidade se a necessidade económica assim o ditar e também mencionou que o número de activos na posse da Reserva Federal poderão ser alvo de redução.

Tanto o mercado bolsista como o obrigacionista sofreram nas últimas semanas. Um conjunto de factores como o COVID-19 e a crescente tensão política entre a Ucrânia e a Rússia causaram fortes correções principalmente no mercado bolsista.

Europa

Na Europa a tensão entre a Ucrânia e a Rússia ainda mais se faz sentir aliado, ao que muitos investidores consideram, uma má decisão por parte do BCE em não iniciar a subida da sua taxa de juro diretora. Isto causou, pela quarta semana consecutiva, outra queda no mercado bolsista Europeu.

Muitos países Europeus, como o Reino Unido e a Dinamarca iniciaram a redução de medidas restritivas para combater o COVID-19. Outros muito provavelmente irão seguir o mesmo caminho. Possivelmente para auxiliar na melhoria económica no sector de serviços, um dos mais afectados por esta pandemia.

Ásia

Com o aumento de casos de COVID-19 o combate à pandemia extende-se no Japão com o prolongamento das medidas impostas em algumas prefeituras. Isto sem dúdiva irá ter um impacto na economia Japonesa, algo que o Governador do Banco do Japão voltou a afirmar que está disposto a manter uma politica monetaria bastante acomodotiva.

A situação não se encontra muito melhor na China, com o sector de imobilário a ser a maior causa de preocupação. A Evergrande apesar de alguma melhora continua em sérios problemas e a promessa de apresentar um plano de reestruturação da sua dívida pode não ser suficiente.

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