Resumo da semana 25-29 Janeiro 2021

EUA

O mercado bolsista, nesta última semana de Janeiro, acabou com certos movimentos algo fora do normal causados por actividade iniciada num fórum. Este assunto parece ter dominado a semana, onde os investidores do determinado fórum, colectivamente decidiram abrir posições de compra na GameStop, AMC e outras acções. Fizeram isto com o objectivo de fazer subir o preço das acções e fazer “short squeze” a fundos de investimento, que têm posições de venda nessas acções e iriam sair extremamente prejudicados com a subida de preço.

Na reunião da Reserva Federal, Jerome Powell voltou a repetir a mensagem de que o futuro económico continua muito incerto, e ainda vai demorar até que se veja melhorias e a Reserva Federal possa finalmente diminuir a compra de activos.

Europa

Na Europa a luta é outra. O controlo da exportação das vacinas para o COVID-19. Algo que a Comissão Europeia quer aplicar através de um mecanismo que impeça a exportação de doses da vacina até que as encomendas Europeias sejam concretizadas. Dito isto, a luta contra o COVID-19 continua, com a extensão das medidas, e até grandes restrições de viagens para países como o Reino Unido, Brasil e África do Sul graças ás variantes que originaram naqueles países.

Apesar disto alguns países Europeus parecem conseguir manter as suas economias relativamente bem tendo em conta a situação económica. No entanto continuam a ocorrer problemas sociais/políticos, como a grande manifestação aconteceu na Holanda, e a actual crise política, com o Primeiro Ministro Conte a demitir-se face à inexistência de uma coligação.

Ásia

Numa tentativa de controlar os efeitos da pandemia, o Governo Japonês aprovou um terceiro orçamento suplementar e deu a entender a sua vontade de estender as medidas de confinamento até fim de Fevereiro.

Na China houve uma pequena descida da bolsa accionista motivada pelos receios do banco central Chinês estar a mudar a suas visões da economia, retirando bastante dinheiro do mercado, e muito provavelmente, num futuro próximo, aumentar as taxas de juro.

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