Resumo da semana 26-30 Julho 2021

EUA

Como uma espécie de montanha russa, o mercado bolsista viu algumas perdas depois de alguns índices terem atingido máximos históricos. A noticia mais positiva foram os relatórios de ganhos bastante assertivos de alguns gigantes tecnológicos ou ligados com Internet, algo pouco surpreendente tendo em conta o contexto actual da pandemia. Outra noticia positiva foram os primeiros passos na aprovação bi-partidária de um programa de estimulo ao investimento publico.

Para contrariar este sentimento, no final da semana, o Centro de Controlo de Doenças aconselhou voltar a impor a utilização de máscaras em algumas partes do país mais afectadas. Alguns dados económicos, como o PIB e dados de desemprego desiludiram os investidores. Não porque foram negativos, mas porque ficaram algo aquém do anteriormente previsto, atrasando a melhoria económica por que todos esperam.

Europa

No mercado Europeu não se viu grandes movimentações. Os bons relatórios de ganhos de algumas empresas foram suprimidos pelas preocupações dos crescentes casos de COVID-19 na Europa e os respectivos aumentos de medidas restritivas. No caso do Reino Unido, devido à exigência de auto confinamento em caso positivos de COVID-19, muitas empresas estão a ver-se sem mão de obra.

Economicamente a Europa parece estar a melhorar, com uma subida melhor do que previsto no caso do PIB. Os maiores contribuintes para esta subida foram, como seria de esperar, a França, Itália, Espanha e Alemanha, isto apesar das limitações de produção devido a uma falta geral de fornecimento de matéria prima. Houve também uma pequena subida da inflação, o que seria de esperar e está de acordo com as expectativas do BCE.

Ásia

A região do Japão encontra-se numa situação bastante complicada com casos de COVID-19 a atingir valores recorde. Isto enquanto decorrem os Jogos Olímpicos e viram-se forçados a estender o estado de emergência mais de uma semana e expandir para as áreas circundantes de Tóquio.

Um forte movimento regulamentário por parte do Governo da China causou preocupação nos investidores. Apesar de a mais recente decisão apenas se dirigir a empresas do sector de educação, outros sectores também sentiram o impacto. Numa tentativa de acalmar os ânimos, o Banco Popular da China injectou uma enorme quantidade de capital nos mercados e encontraram-se também com bancos de investimento e outros investidores para afirmar que estas decisões não são anti-mercado, mas sim apenas para atingir alvos de melhoria social.

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