Resumo da semana 27-1 Junho/Julho 2022

EUA

A falta de confiança dos investidores voltou esta semana, o que fez perder alguns dos ganhos da semana anterior. Muitos temem que poderá ser difícil para a Reserva Federal encontrar o ponto de equilíbrio na sua política monetária que actualmente utilizam para combater a inflação. Se o equilíbrio não for encontrado, cresce a possibilidade de os EUA entrarem numa recessão.

Essa falta de confiança veio também de vários indicadores que ficaram aquém das expectativas. Alguns a mostrar uma diminuição do volume de compras de consumidores, reforçando a ideia de que a economia Americana pode estar de facto a abrandar.

Europa

As bolsas Europeias reflectiram o mesmo movimento decrescente dos EUA. O problemas continuam a ser os mesmos, a inflação, que continua a não dar grandes sinais de abrandamento e atingiu os 8.6% em Junho, e a proximidade ao conflito geopolítico.

Apesar de alguns membros do BCE serem a favor de uma subida de 0.50% na taxa de juro de referência, Christine Lagarde reforça que o plano da política monetária do BCE é para se manter. Conforme planeado, será uma subida de 0.25%, possivelmente em Julho, e se necessário outra subida similar em Setembro.

Ásia

Certas políticas externas como o aumento das taxas de juro por parte dos Bancos Centrais começam a dar causas para preocupação dos investidores no Japão. Dados de consumo e produção mostraram alguma diminuição e causaram um menor apetite ao risco.

A China teve outra semana positiva, ao contrário da maior parte do Mundo. Um aumento na produção, graças à redução de medidas de confinamento permitiu a que muitas fábricas voltassem a produzir a 100%. A redução de escrutínio no que conta a regulações e o maior apoio à economia aparenta ser outra das razões para este período positivo na China.

Visite o Disclaimer para mais informações.