Resumo da semana 28-2 Setembro/Outubro

A semana anterior de 21-25 os mercados mostraram um percurso mais positivo em comparação com a semana transacta, mas o último dia desta corrente semana merece um destaque especial. O teste positivo para COVID-19 por parte do Presidente Donald Trump. Este destaque, conjugado com o abrandamento da recuperação de empregos, mostrou que proporcionou um subtil aumento do medo e incerteza dos investidores.

Num plano mais positivo, avista-se um possível acordo entre Republicanos e Democratas. Cuja finalidade é impulsionar os mercados com intervenções no segmento das companhias áreas, extremamente fragilizado na atual conjuntura.

Na Europa, onde a pandemia continua a alastrar, países como a Espanha, França e Reino Unido, estão a aumentar, ou irão, as suas medidas restritivas de forma a tentar controlar o número de infecções. Enquanto isso, no Reino Unido, continuam as negociações do Brexit, onde a possibilidade de uma saída sem acordo seria extremamente prejudicial para o Reino Unido.

A próxima semana é destacada pela incerteza política e os possíveis estímulos no mercado americano. E no europeu a possibilidade, que pouco a pouco se torna realidade, de uma segunda vaga, provavelmente irá manter os investidores com uma maior aversão ao risco.
A semana que se avizinha deparamo-nos mais uma vez com a eterna incerteza política, mas possíveis novos estímulos no mercado Americano à beira de eleições. Quanto à Europa parece estar a chegar ao fim a força elástica do cordão que os separa da segunda vaga. Certamente irá refletir por parte dos investidores atitudes mais cautelosas e a indesejada aversão ao risco muitas vezes associada à estagnação das economias.

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