Resumo da semana 28-4 Março 2022

EUA

Mais outra semana onde os principais índices bolsistas sentiram o impacto da corrente guerra. É de notar que esta semana a descida não foi tão forte graças à boa performance do sector energético, graças ao aumento de preço dos combustíveis.

O aumento das sanções à Rússia e a pressão que o mercado financeiro está a enfrentar levou a uma maior precaução por parte de Jerome Powell, Presidente do Banco Federal. Prevê que serão mais cautelosos e pacientes no que toca a aumentos da sua taxa de juro e que em Março será muito provável uma subida de 0.25%.

Europa

Com uma posição geográfica bem mais próxima do conflito, Europa aparenta ter registado quedas bem maiores nos seus principais índices bolsistas.

Apesar de haver alguma melhoria económica em alguns países Europeus, não é o suficiente para contrariar a situação actual. A imposição de sanções à Rússia, a sua exclusão do sistema SWIFT e a recusa de grandes empresas como a Microsoft e Ikea de manter o seu negócio na Rússia terá as suas consequências na Europa também.

Uma delas é o aumento, já sentido, do preço dos combustíveis. Algo que por sua vez irá aumentar ainda mais os valores da inflação, que já atingiram o valor recorde de 5.8% no mês de Fevereiro.

Ásia

O Japão começa a ver algumas perdas no seu mercado bolsista. A incerteza económica levou a uma ligeira descida. Coordenando os seus esforços com o resto da maior parte do Mundo, o Japão impôs também sanções à Rússia, impedindo a exportações de alguns produtos para a Rússia e também retirando alguns bancos Russos do sistema SWIFT.

Pela primeira vez em 30 anos a China apresentou um alvo entre 5 a 5.5% para o crescimento do seu PIB, quando anteriormente tinha como alvo valores acima de 6%. Espera-se que para combater este abrandamento económico o seu Banco Central apresente algumas medidas de apoio, principalmente com o continuo declínio do seu sector imobiliário que ainda se encontra com algumas dificuldades de liquidez.

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