Resumo da semana 29-3 Novembro/Dezembro 2021

EUA

Mais outra semana volátil levou os mercados bolsistas a reagirem negativamente. O maior catalisador para esta queda foi sem duvida o anúncio de Jerome Powell, Presidente da Reserva Federal, que já não considera as pressões inflacionarias meramente transitórias. De tal forma que podem considerar acelerar a redução dos seus estímulos monetários.

Outro grande impulsionador negativo foi o aumento de casos de COVID-19, uma das possíveis causas de uma criação de emprego mais baixa apresentada em Novembro. Isto aliada ao facto da inflação começar a ser uma ameaça real, causou um impacto negativo no mercado bolsista, em particular em empresas de Crescimento.

Europa

Em termos de impacto nos mercados financeiros a situação Europeia não foi tão abrupta. No entanto o número de casos de COVID-19 na Europa encontra-se bastante preocupante. Um número de países Europeus viram-se obrigados a implementar ou reforçar medidas de confinamento, como a utilização de máscara em locais públicos, controlo de fronteiras e um reforço de vacinação.

Também é de relembrar que a inflação na zona Euro se mantém bastante alta. O que poderá levar o BCE e o BOE a uma alteração das suas politicas monetárias para combater esta inflação. De notar que a Inglaterra será o mais provável executar essa alteração primeiro.

Ásia

Em contraste ao seu antecessor, o actual Primeiro Ministro Kishida anunciou o fecho das suas fronteiras para estrangeiros. Apesar da situação Japonesa não se encontrar tão má como a Europeia, o Primeiro Ministro decidiu antecipar-se e implementar medidas mais fortes e mais cedo, algo que o seu antecessor foi alvo de críticas por não ter feito decisão similar.

O maior foco na China continua a ser o sector imobiliário, com anuncio recente da Evergrande sobre a possibilidade de falhar o pagamento das suas dívidas na próxima semana, segui-se o Kaisa Group. Este gigante imobiliário tentou pedir a extensão da data de pagamento das suas dívidas, pedido que foi negado pelos investidores, o que poderá levar a uma reestruturação da empresa.

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