Resumo da semana 30-3 Agosto 2021

EUA

A semana acabou com alguns índices a continuar o seu percurso ascendente e a atingir novos máximos históricos, estranhamente. Isto porque os dados económicos apresentados não foram significativos, alguns até razoavelmente maus, especialmente a variação no numero de desempregados.

Outro dado preocupante foi a subida, bastante acentuada, dos salários por hora. Os valores reais apresentados na sexta-feira foram o dobro do que anteriormente previsto. Este pode ser outro presságio para um aumento da inflação, uma das maiores preocupações actuais, tanto dos Bancos Centrais como dos investidores.

Europa

O caso Europeu foi mais calmo. O mercado bolsista apresentou resultados mais nulos, sem apresentar grandes subidas ou grandes descidas. Tendo em conta que o ambiente económico aparenta estar mais inquietante estes resultados foram aceitáveis.

Em termos pandémicos, a Europa, apesar de estar numa melhor situação, continua com taxas de infecção sérias vendo-se obrigada a banir viagens do EUA para a Europa. A OMS recomenda também uma intensificação do programa de vacinação com o objectivo de combater o aumento de mortes.

De notar que a inflação sofreu uma forte subida na Europa para 3% em Agosto. Estes 3% estão bem acima dos 2% que o BCE tem como alvo.

Ásia

Depois de uma acumulação de criticas ao Primeiro Ministro, Yoshihide Suga cedeu à pressão politica e anunciou a sua demissão que irá acontecer ainda no mês de Setembro. Este anunciou trouxe animo aos mercados, que viram esta saíram com bons olhos porque abre a possibilidade a novos estímulos económicos.

O mercado Chinês aparenta estar ainda a acalmar depois de uma ronda de “ataques” do Governo da China. Numa tentativa de retomar um rumo mais confiante, o Presidente Xi Jinping anunciou a criação de uma nova bolsa de valores para reforçar as intenções da China em apoiar empresas que necessitam de liquidez para as suas operações.

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