Resumo da semana 30-3 Maio/Junho 2022

EUA

O mercado accionista sofreu um pequeno recuo da semana anterior, perdendo algum dos ganhos conquistados anteriormente. Com a continua volatilidade e incerteza económica muitos investidores estão na dúvida se a Reserva Federal irá conseguir controlar a inflação.

Recentemente cresceu uma incerteza sobre as futuras decisões da Reserva Federal. Apesar de ser esperado subidas de 0.5% nas próximas reuniões, os investidores começam a acreditar que haverá uma pausa da subida da sua taxa de juro diretora em Setembro. Com alguns membros a acreditarem que as condições económicas já foram constrangidas o suficiente para reduzir a inflação.

Europa

Como esperado, o grande problema Europeu continua a ser a forte inflação presente, a invasão da Ucrânia e o fraco crescimento económico.

A grande noticia da Europa foi a decisão da União Europeia cortar as entregas de petróleo Russo. Apenas a 4 países Europeus foram excluídos deste embargo, devido à sua forte dependencia energética da Rússia. Como retaliação, a Rússia cortou o fornecimento de gás natural para a Holanda, por se recusar a pagar em rublos Russos.

Com o aumento da inflação, alguns membros do BCE vieram enfatizar que o caminho certo será sem dúvida o aumento da sua taxa de juro diretora. Planeiam faze-lo quando acabarem o seu programa de compra activos, programado para acabar em Setembro. Logo de seguida irão aumentar a taxa de juro diretora em 0.25% e conforme necessário, fazer alterações.

Ásia

O mercado Japonês reagiu bem à reabertura gradual das suas fronteiras, com a actividade de alguns sectores aumentarem, em particular de serviços. O Governador do Banco do Japão, também acalmou os investidores quando afirmou que acredita que a expectativa da inflação no Japão continua baixa e assim irá continuar no futuro próximo.

A China também teve alguns ganhos no seu mercado bolsista. Em grande parte, graças ás boas notícias vindas do Governo Chinês. Revelaram um grande pacote de apoio, algo particularmente bem-vindo depois do abrandamento económico causado pelas fortes medidas de confinamento.

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