Resumo da semana 31-4 Junho 2021

EUA

Os principais índices bolsistas começaram a semana de forma um pouco atribulada, mas foi-lhes possível recuperar e até acabar a semana numa nota positiva. Graças a dados de desemprego mistos, com os NFP’s ligeiramente piores do que esperado que ironicamente os investidores viram isto como algo positivo.

Foi visto como algo positivo porque tendo em conta que dados de desemprego é um dos indicadores que a Reserva Federal utiliza como meta para gerir a sua política monetária, e neste caso, graças a dados menos bons irão manter a política monetária altamente acomodativa. É uma decisão sempre bem-vinda pelos investidores porque permite uma maior ajuda à economia, uma maior circulação de dinheiro e um maior consumo.

Europa

A reacção na Europa foi semelhante, com os índices Europeus a encontrarem ganhos no fim da semana, e a maior preocupação dos investidores também é uma possível subida de taxa de juros do banco centrais e uma redução dos estímulos monetários actualmente a circular na economia. Com a taxa de inflação Europeia a rondar os 2% em Maio, uma subida de taxa de juros centrais é uma forte possibilidade se esta tendência de manter.

Na frente de combate à pandemia, o Reino Unido, o aparente líder nesse aspecto, está a enfrentar algumas dificuldades. Uma nova variante está a espalhar-se rapidamente e a causar um forte aumento de casos de COVID-19, aumento esse que está a causar reservas no plano de abertura total do Governo Britânico. Algo que está planeado acontecer no início de Julho, mas muito provavelmente irá ser adiado.

No início de Julho também a União Europeia planeia levantar qualquer restrição para todos viajantes dentro da União Europeia, desde que se apresentem vacinados. E para registar esse tipo de informação, irão apresentar uma espécie de passaporte digital onde tal informação está disponível.

Ásia

Japão teve uma semana mista, com o mercado financeiro a apresentar uma evolução morna, onde o sector de serviços sofreu o maior impacto negativo. Com 9 grandes prefeituras do Japão a estender o estado de emergência por mais 3 semanas, irá sem dúvida ser um impedimento na evolução económica Japonesa.

Da China não temos muita actividade significativa, apenas aparenta haver alguma gestão do Governo Chinês de activos na sua posse, um mercado bolsista que finalmente observou alguma correção depois de 3 semanas consecutivas de ganhos.

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