Resumo da semana 4-8 Abril 2022

EUA

Depois de um par de semanas com um sentimento mais positivo por parte dos investidores, a aversão ao risco está de volta aos mercados bolsistas. Em parte devido à evolução, para pior, do conflito geopolítico entre a Rússia e a Ucrânia. Depois de terem sido descobertos mais crimes de guerra em algumas cidades anteriormente controladas pela Rússia, muitos lideres estão a exigir uma nova onda de sanções à Rússia.

Outra das razões, e provavelmente a mais influente, foi as declarações da Reserva Federal dos EUA. Com uma postura claramente mais hawkish para combater a subida da taxa de inflação, revelaram que iriam começar a reduzir o seu balanço patrimonial para reduzir o dinheiro em circulação. Consideraram também a forte possibilidade do próximo incremento na taxa de juro diretora ser de 0.50% em vez dos 0.25%.

Europa

Apesar da proximidade do conflito, os principais índices Europeus conseguiram registar alguns ganhos, uma reação bastante particular com as novas sanções estão a ser preparadas também pela Europa.

A seguir o mesmo caminho que a Reserva Federal, apesar de estar uns passos atrás, o Banco Central Europeu começou a debater sobre o aumentar as suas medidas contra a subida da inflação. Contudo ainda é incerto devido a algumas diferenças de opinião entre os seus membros.

Um pouco esquecido, mas ainda presente, o COVID-19 está a atingir casos recorde no Reino Unido. O que está a causar problemas em vários sectores económicos. Como os colaboradores com COVID-19 não estão em estado para se apresentarem ao trabalho, a já existente falta de mão-de-obra foi exacerbada, causando algumas quebras de serviços.

Ásia

As medidas de apoio económicos aparentam ter sido largamente ignoradas pelos investidores no mercado Japonês. As pressões da existente inflação e uma postura mais hawkish por parte da Reserva Federal assustou alguns investidores. No entanto, o Governador do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, agradece um yen mais fraco, que poderá a longo termo auxiliar as exportações Japonesas. Irá também manter-se atento à evolução económica caso seja necessário mudança de postura.

A China continua a apresentar um combate extremamente forte conta o COVID-19, com algumas cidades em confinamento ou confinamento parcial, o que representa bem acima de 100 milhões de pessoas segundo algumas estimativas. No que conta aos desentendimento entre a China e os EUA, a China parece ter cedido em algumas exigências na regulação dos seus mercados, o que é sinal de um possível acordo no futuro próximo.

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