Resumo da semana 4-8 Janeiro 2021

EUA

O maior evento desta semana, a invasão do Capitólio Americano, foi ignorado pelos investidores. Muito provavelmente porque estavam todos cientes que a invasão não ia produzir absolutamente nenhum resultado, apenas uma curta desestabilização.

Dito isto, as perspectivas de um futuro novo estímulo monetário, agora que os democratas controlam ambas as casas, veio elevar o sentimento dos investidores, de tal forma que os índices bolsistas voltaram a atingir máximos históricos.

A pandemia tem estado em plano de fundo nas últimas semanas, não por um abrandamento das infecções, mas pela falsa esperança que o início do programa de vacinação deu aos investidores. Antes pelo contrário, o número diário de infecções continua extremamente alto, com um maior número de hospitais a atingirem a sua máxima capacidade de camas de cuidados intensivos.

Europa

Apesar da deterioração da situação actual que está a devastar a Europa, os investidores, também decidiram em grande parte ignorar esta situação. Temos o Reino Unido que impôs várias medidas, como um terceiro confinamento que pode durar até Março, uma exigência de testes negativos do COVID-19 a todos passageiros que cheguem ao Reino Unido, entre outras. Tanto a Alemanha como a França estenderam as suas medidas actuais de confinamento, e em certos casos, ate aumentaram.

Em vez disso, o foco foi na expectativa de novos estímulos por parte do Governo Americano de forma a revitalizar e prevenir possíveis danos futuros na economia. Também dados económicos vindos da Alemanha, trouxeram um novo fôlego a quem estava á procura de um sinal positivo.

Ásia

O Primeiro Ministro Suga declarou estado de emergência em Tóquio e em algumas áreas em volta da capital japonesa. Esta medida é para tentar abrandar o aumento de novos casos diários, apesar de muitas das medidas implementadas serem sugestões e não obrigações, de forma a tentar diminuir o impacto económico.

Continua a tensão entre a China e os EUA, com a Administração Trump a ameaçar a adicionar mais empresas como a Alibaba e Tencent para a lista negra. No entanto economistas acreditam que a economia da China irá expandir cerca de 8 a 9%, o que seria possível tendo em consideração o facto da China ter recuperado extremamente bem desta pandemia.

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