Resumo da semana 5-9 outubro 2020

A semana teve um início negativo, resultado da ameaça do “recuperado” Donald Trump com a não aprovação de qualquer estímulo económico até saber os resultados das presidenciais. Mas rapidamente se inverte para positivo, quando o mesmo se contradiz indo mais longe e comprometendo-se a oferecer estímulos maiores que os que até agora têm sido implementados.

Apesar da incerteza do tamanho e da data desse estímulo, graças a essa promessa, os mercados, tanto americanos como europeus, reagiram com uma subida durante o resto da semana.

Pela Europa, apesar da subida dos mercados accionistas, as notícias já não são muito positivas. Em grande parte dos países europeus observou se um aumento dos casos de COVID-19, o que levou a um aumento de medidas de confinamento. Isto pode levar a que políticos, como forma de controlo, apliquem medidas de confinamento similares ao início da pandemia. Algo que adiciona o medo já existente de uma renovada recessão.

Outro contratempo ainda por resolver é o impasse com Reino Unido.

O futuro das negociações continua comprometido pela dificuldade em negociar algumas cedências por parte do Reino Unido, pois de certa forma vão continuar ligados ao mercado Europeu e a sua subsistência independente, num mundo globalizado, não passa de uma utopia.

Nos mercados asiáticos a China superou as expectativas apresentando dados económicos melhores do que os previstos. O Banco do Japão reviu pela positiva a sua situação económica e começa a experimentar o sucesso dos estímulos aplicados.

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