Resumo da semana 6-10 Dezembro 2021

EUA

Nesta semana foi possível aos mercados bolsistas recuperarem uma boa parte das perdas das semanas anteriores. Isto graças a um crescimento de confiança depois de algumas empresas farmacêuticas assegurarem que as suas vacinas continuam a ser eficazes contra esta nova variante, a Omicron.

Outro ponto positivo foram os dados de pedidos de apoio de desemprego. O número apresentado foi o mais baixo desde 1969. O mercado aparenta ter ignorado, ou apenas já os contabilizou, os fortes dados de inflação, com um valor de 6.8%, algo que não se via à cerca de 40 anos.

Europa

A Europa encontra-se numa posição mais frágil, com muitos países a impor novas e antigas medidas de confinamento. Como vacinação obrigatória para funcionários públicos, utilização obrigatória de máscara entre outros. Isto levou a uma onda de protestos por vários países Europeus, o que poderá simplesmente exacerbar o problema já existente.

Economicamente a situação não está muito melhor. Uma das grandes potências da Europa, o Reino Unido, observou um enorme abrandamento da sua economia. Certamente que as novas medidas de confinamento não irão auxiliar o Reino Unido nem os restantes países Europeus no futuro próximo.

Ásia

O recente eleito Primeiro Minitro Kishida deu um discurso onde falou sobre o futuro do Japão. Nesse discurso foram anunciadas novas medidas para auxiliar o progresso do Japão, tanto a curto como longo prazo. Incentivos para turismo doméstico para melhorar o consumo interno, como um sério investimento na digitalização e melhorar o sistema de forma a facilitar e impulsionar start-ups.

Na China, apesar de uma subida no mercado bolsista, os problemas no sector imobiliário ainda persiste. Na situação em que se encontra, a Evergrande terá que sofrer uma reestruturação a ser negociada com os seus credores. Possivelmente o mesmo futuro de aproxima do Kaisa Group, também um dos maiores grupos imobiliários da China.

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