Resumo da semana 6-10 Setembro 2021

EUA

Esta última semana foi uma de forte retracção nos principais índices bolsistas. Os dados desemprego algo desapontantes de à duas semanas atrás foi um dos factores a pesar no sentimento dos investidores. Aliado ao medo criado pelo COVID-19 e a variante delta, veio a aumentar a preocupação da possibilidade de um abrandamento económico mais severo.

Para exacerbar a situação a incerteza politica está bastante presente esta passada semana. O pacote de estímulos que o Presidente Biden está a tentar aprovar no Senado está a enfrentar bastantes obstáculos. O valor do pacote parece estar a ser dos principais pontos de contenção.

Europa

Tipicamente, o mercado bolsista seguiu o mesmo caminho a apresentar fortes correcções. Um aumento da inflação pode ter sido uma das principais causas para a decisão do BCE, a decisão de calibrar o ritmo de compra de activos. Esta decisão veio com um aviso de Lagarde, de importante foco referir que a economia ainda se encontra numa situação delicada e estão disponíveis para qualquer tipo de apoio à recuperação económica.

De nota também é o facto do Reino Unido estar perto de aumentar os seus impostos para níveis recorde de forma a tentar financiar o seu Serviço Nacional de Saúde.

Ásia

Os investidores aparentam apreciar a saída do Primeiro Ministro Suga, muito provavelmente porque é esperado um maior suporte económico dos próximos candidatos. Aliado ao facto de serem esperados novos estímulos sob nova liderança, o Governador do Banco do Japão declarou, numa entrevista, que estão dispostos a manter uma politica extremamente acomodativa e na eventual necessidade, adicionar novos estímulos económicos.

A China volta a ver uma subida no mercado bolsista pela terceira semana consecutiva. Fortes dados económicos foram um dos factores a impulsionar o sentimento. Contudo, um aumento bastante serio da inflação pode causar um problema num futuro próximo.

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