Resumo da semana 7-11 Fevereiro 2022

EUA

A semana teve um forte começo, com os principais índices a recuperar parte das suas perdas. Mas no final da semana teve outra queda bastante abrupta, anulando os ganhos desta semana como parte da anterior. Os investidores aparentam estar incertos sobre qual direção a economia irá tomar.

Certamente existem pontos negativos dignos de mencionar, como a desvalorização de gigantes tecnológicos como o Google e a Meta. Aliado ás crescentes preocupações da situação entre a Rússia e a Ucrânia e a constante subida da taxa de inflação está a aumentar a preocupação dos investidores.

O único ponto positivo esta semana aparenta ser a reabertura de alguns negócios de serviços como restaurantes e hotéis o que auxiliou empresas cotadas no mercado bolsistas a apresentar modestas subidas.

Europa

O mercado acionista teve uma melhor performance, chegando a apresentar uma subida esta semana apoiadas por bons resultados corporativos.

É de notar que a inflação também está a preocupar a Europa. Apesar de Lagarde, Presidente do BCE, continuar a não ver grandes razões para adiantar o seu programa monetário, outros membros do BCE começam a fazer pressão para o contrário. Aliado ao facto das previsões apontarem para a continuação da subida da taxa de inflação, deixa cada vez mais Christine Lagarde sozinha na sua intenção de não aumentar as taxa de juro do BCE.

Ásia

O Japão parece estar em contra ciclo com o resto do Mundo. De momento o Banco do Japão acredita que a inflação não é grande ameaça, especialmente para uma nação que teve mais de 20 anos em deflação e onde a taxa de inflação continua bastante baixa. Em termos de combate à pandemia, aumentaram o número de regiões em estado de (semi) emergência e estenderam o tempo por mais três semanas.

A situação melhorou um pouco na China, com a Evergrande a mudar de estratégia. Numa tentativa de gerar lucro para cumprir os seus pagamentos, anunciou o objectivo de acabar certos projectos pendentes o mais rapidamente possível . Algo que aparenta ter gerado confiança nos investidores é a possível diminuição de “ataques”, com aumento de regulação, por parte do Governo da China.

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