Resumo da semana 8-12 Novembro 2021

EUA

A economia Americana apresentou bons dados e uma boa performance no mercado bolsista, no entanto não foi o suficiente para ignorar a subida da taxa de inflação. Com um valor esperado de 0.6%, o valor real saltou para os 0.9%, bastante acima do esperado. Como na maior parte do Mundo, esta subida deve-se ao problema logístico actual, que é exacerbado pelo aumento de consumo com a maior parte dos países em desconfinamento.

O desemprego nos EUA atingiu esta semana um número ainda mais baixo, com um valor de weekly jobless claims de apenas 227 mil. Algo que foi ignorado pela maior parte dos investidores, sendo o foco principal na taxa de inflação.

Europa

Graças ao Banco Central Europeu na Europa o mercado bolsista também viu uma semana positiva. O facto de o BCE prometer manter as suas politicas monetárias inalteradas para possibilitar um crescimento económico parece ter agradado muitos investidores e ajudar a ignorar os possíveis problemas inflacionarios.

Infelizmente a Europa tem outro tipo de problemas. O COVID-19 aparenta estar numa nova vaga, com vários países a assinalarem subidas significativas de casos diários. Como resultado, levou muitos países a impor, outra vez, medidas restritivas.

Ásia

A economia Japonesa encontra-se num impasse. De certa forma, muitos investidores estão à espera de uma maior certeza sobre o caminho político a seguir agora com um novo Primeiro Ministro, Fumio Kishida. É esperado que o Banco do Japão mantenha a sua politica sem alterações por mais tempo que o resto do Mundo. Apesar de também ter problemas de uma subida recente da taxa de inflação, não se mostram muitos preocupados tendo em conta que o Japão sempre sofreu de deflação por vários anos.

A especulação do enorme problema no sector imobiliário continua, com a Evergrande a não entrar em insolvência no último minuto. Felizmente para a economia Chinesa, existem rumores que haverá uma intervenção do Governo da China para evitar a insolvência das suas gigantes imobiliárias.

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